25/09/2006

Vale de Santo António

































7 comentários:

Anónimo disse...

Mais um bom projecto ao que parece. A disposição das massas e dos espaços verdes está bem conseguida.

realsaturn disse...

É certo que se trata de um vale, mas acho que o projecto está bem conseguido e agrada-me bastante. Na prática, julgo que seria melhor investirem numa maior liberdade de espaço através da criação de edificios pontuais em banda. Mas isso complica particularmente a estrutura do projecto. Que tipo de impacto terá esse projecto no vale?

JohnnyMass disse...

Eu perguntaria o contrário: Que tipo de impacto terá o VALE neste projecto?

Parece-me, no entanto, um bom projecto do ponto de vista urbanístico, há uma preocupação, se calhar até foi por acaso, não se sabe...com os "urbanistas" que temos..., com a colmatação de malhas urbanas, criação de grandes eixos urbanos e quarteirões, coisa não vista em Portugal desde o século XIX...

Master disse...

Realmente, parece intressante do ponto de vista urbanístico, não sendo adepto do quarteirão fechado, e da malha ortogonal, o jogo de volumes como foi dito parece bem conseguida, mas aqueles logradouros não me convencem memso.

nunosantospereira disse...

A única peça interessante que conheço deste Plano Urbano é a biblioteca.

Construida pela Somague.


Penso que o edifício é em betão branco, mas não tenho a certeza. O seu interior é cheio de vazios. Parece um Queijo Suíço.

Augusto Vasco Costa disse...

Caros comentadores

Não sei quando comentaram este meu projecto, que só agora deles tive conhecimento, pelo que me apreço a responder.

Este projecto, não foi obra do "acaso", mas tentou responder ao que considero uma das grandes preocupações do nosso tempo,a crescente insegurança e o mal estar intersocial, através da implantação de três principios:

1º Social- Não podemos continuar a projectar "ghethos", sejam para ricos ou para pobres, que motivam o crescente fosso entre estractos sociais.

A solução é propor "mix urbanos" onde diferentes extractos sociais coabitam, se entreajudam e propor habitação/comercio/terciário,igualmente em cohabitação, como os nossos bairros tradicionais são tão bom exemplo.e por isso tão procurados.

2º O desenho urbano deverá ser à escala "humana" da rua,da praça e do bairro.

Há muitos anos foi estudado pelos arqtºs Nuno Portas e Silva Dias, que os edificios não deveriam ultrapassar os quatro pisos e a expanção da Cidade, deveria desenvolver-se à escala das suas ruas e praças, de forma a que todos se sentam integrados,,melhor se conheçam e convivam.

3º Habitações que permitissem a sua ocupação ao gosto e necessidades de cada um: "Se somos todos diferentes, porquê construirmos casas todas iguais?"

Se virem interesse em desenvolver estes principios terei todo o prazer em o fazer.

Cumprimentos
Augusto Vasco Costa,arquitecto

Anónimo disse...

Mas este plano nao vai ser construido? esta zona bem precisava de um arranjo!

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