22/09/2006

Martim Moniz



13 comentários:

Anónimo disse...

Diziam que as chaves eram para ser entregues aos proprietários em outubro de 2005!!!! Em setembro de 2006 ainda vai nas fundações, LOL

JohnnyMass disse...

Ao menos já há fundações! LOL

Não é um primor arquitectónico mas qq coisa é melhor do que o buraco e ruínas que lá estavam...já parecia uma qq cidade do leste europeu mostrando ainda as cicatrizes dos bombardeamentos da WWII...

Anónimo disse...

A cereja em cima do bolo seria utilizarem os lucros das vendas para demolir os 'belissimos' centros comerciais que alguma 'mente brilhante' deixou construir na praca.

Anónimo disse...

No 1º contrato efectuado com os compradores , a data de entrega das casas era Dezembro de 2003.

Anónimo disse...

Este "delicado" arquitecto acabou de demolir (1o sem autorização camarária pelo que foi multado) um palacete do sec. XIX no Estoril. Em seu lugar quer construir 3 casas de 3 andares !!!
Valha-nos Deus (que o Capucho nada faz)

Anónimo disse...

está enganado caro anónimo... a entrega das chaves em 2003, refere-se a chave do cofre do banco onde eles depositam o dinheiro

Anónimo disse...

A arquitectura tem qualidade, uma vez que se integra bastante bem no edificado pombalino da baixa. Este tipo de edificio de apartamentos com um aspecto neo-classico esta muito em voga na Europa do Norte, principalmente em areas consolidadas.

Augusto da Silveira Vasco Costa disse...

Caros Comentadores Anónimos

Por principio, não respondo a comentários anónimos, mas façamos uma excepção...

Este projecto não pretendeu ser "um primor arquitectónico", nem em estilo "neo clássico".

Pretendeu sim, ser uma forma de revitalizar o Martim Moniz, tentando diluir a sua actual, crescente "ghetização", através da aplicação de cinco principios:

1º Integração nesta zona histórica, respeitando a sua escala, percursos e enfiamentos, de forma a que, não apareça como mais um corpo estranho na Cidade.

Paralelamente, deverá preocupar-se em integrar o Centro Comercial confinante;

2º Proposta de um "Mix", onde diferentes estractos sociais e actividades coabitam, como os nossos bairros tradicionais são bom exemplo e por isso tão procurados;

3º As lojas sejam amplas e desafogadas, incentivadoras a aqui se instalarem "lojas Ancora",dinamizadoras do sitio (como a FNAC- passe a publicidade- foi para o Chiado);

4º Habitações abertas e flexiveis a serem adaptadas ao gosto e forma de vida de cada um: "se somos todos diferentes, porquê sermos obrigados a viver em casas todas iguais, ao gosto e sabor de cada arquitecto?"

5º Por ultimo, que seja exemplo que mesmo para a sua integração nos bairros antigos da Cidade, não é preciso "imitar o antigo", mas deveremos construir actual, aproveitando o crescente desenvolvimento tecnológico, para um melhor habitar.

Lisboa, 21 de Dezembro de 2.009

Augusto Vasco Costa, arquitecto

OA = MERDA disse...

o Sr. arquitcto também é daqueles que tem estagiários à borla?

Anónimo disse...

Passo lá todos os dias. Acho que este projecto não integra nada com nada. A única coisa que vai fazer é fechar as pessoas em casa com medo de saírem à Rua. A zona é assustadora. Bom urbanismo ali seria destruir aqueles dois centros comerciais e fazer um centro cultural multietnico, isso sim.

Anónimo disse...

a zona só é assustadora para quem só gosta da multietnicidade em museus.os esclarecimentos do Arquitecto parecem-me fazer todo o sentido e é de louvar a sua participação.

pedro almeida disse...

Sôr Augusto Costa. É com agrado que vejo a reabilitação urbana naquela zona. penso que os edificios estão bem integrados e são sóbrios.
A minha unica objecção vai para a cobertura, que se fosse feita com revestimentos cerâmicos estilo "escama" ficaria aínda mais agradável.
de qualquer modo, parabéns.

Recibos Verdes disse...

Ó Sr. arquitecto Vasco Costa,

Foi você que fez o projecto ou foram os estagiários?

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