24/09/2006

Design Hotel (Porto Bay Liberdade)


9 comentários:

Master disse...

Um projecto de arquitetura que da um novo ar a cidade é o que me parece, o volume superior parece, ao menos de noite, ser uma mais valia, resta saber qual a imagem q se terá de dia do mesmo edificio.

Anónimo disse...

Fica pessimo. Se queriam acrescentar novos andares mais valia que seguissem a traca do edificio.

Anónimo disse...

Valassassina

Anónimo disse...

La esta o Valsassina a arruinar mais um belo edificio!Isto realmente so no terceiro mundo...

Anónimo disse...

mais um edificio pombalino a ir pelo ar, ja nem sei pq comento, é tudo a mm coisa, onde está a cabeça destes arquitectos??

CA disse...

Ó anónimozinho das 5:11PM, qual edificio pombalino? Não deves concerteza saber o que significa...

Pedro Almeida disse...

O projeto é de um hotel muito luxuoso e bonito.

miguel disse...

Vivi muitos anos num destes edifícios, o número 4. Evidentemente q nenhum deles é pombalino (são do princípio do séc. XX), mas são edifícios muito bem articulados entre si e que são uma beleza e de óptima construção. O interior de qualquer um deles é magnífico. As madeiras, de uma qualidade excepcional, são perfeitamente recuperáveis. As paredes têm um trabalho de estuque maravilhoso, a imitar o mármore e com um polimento muito bem feito. Os tectos são decorados com motivos geométricos e naturalistas e são de uma modernidade muito curiosa. O número 8, onde entrei algumas vezes para brincar nas traseiras, era um palecete de um conde de que não me lembro do nome. Estes edifícios poderiam perfeitamente ser recuperados. Seria uma mais valia para a cidade. A rua é das mais bonitas da Lisboa e tem uma sofisticação nada vulgar. As traseiras de todos estes edifícios têm uma organicidade que vai ser arrasada. O número 4 e o número 6 são edifícios geminados, absolutamente simétricos, e foram mandados construír como oferta de um pai para as suas duas filhas. A traça dos andares é maravilhosa. As divisões (10) vão-se alternado ao longo de um corredor de 20 metros. Há uma cozinha enorme, uma casa de banho, e duas pequenas divisões, utilizadas como dispensa. Uma delas era utilizada pela minha bizavó como "adega" onde eram guardados grandes frascos com ginginha e aguardentes. A parte que está virada para a rua tem três belas salas que comunicam entre si através de portas de duas folhas. A construção é do melhor que há. Não há uma racha nas paredes! As madeiras são maciças, com cerne, coisa rara de se ver hoje em dia. O soalho não tem uma trave que mexa! Porque é que todo este património não é salvo, por exemplo através da construção de um hotel de charme? Conservava-se o "espírito do lugar", não se delapidava o património e fazia-se uma coisa à escala de Lisboa, devolvendo-se à cidade aquilo de que a cidade é feita. Não compreendo... Vi o projecto e apenas posso concluir que todas estas manifestações megalómanas são próprias de um país pobre e que não tem outra maneira de se afirmar se não desta maneira serôdia e parola. Quem é o arquitecto Valsassina?

miguel disse...

Esqueci-me: porque é que não deitam tudo abaixo? É preferível assumir uma construção nova a deixar um resquício material para "fingir" que se respeitou o património. Deite-se tudo abaixo e que não sobre porcaria nenhuma. Para que aquilo que vem como "novo" não seja também uma porcaria.

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